| Nossa História |
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| As primeiras atividades do Orquidário
surgiram no ano de 1984, produzindo apenas uma variedade
de orquídea, o Dendrobium Nobile conhecida popularmente
como Olho de Boneca, adotando em 1986 o nome de Orquidário
Oriental. |
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| Hoje, após 20 anos, o Orquidário
Oriental trabalha com diversas variedades de orquídeas,
aumentando a admiração por essas belas
espécies das quais podemos citar: Dendrobium Phalaenopsis
(Denphal), Phalaenopsis (Phal ou Phale), Cattleya (Orquídea),
Vanda, Ascocenda, Epidendrum e Oncidium (Chuva de Ouro). |
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| O Orquidário |
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| Showroom – Loja |
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Aberto de terça a domingo inclusive
feriados
Das 9:00 às 17:00h. |
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Endereço:
Sitio Hana No Mori
Estrada Taboão do Parateí, Km 27 – CPC
018
Bairro Itapeti – Mogi das Cruzes
CEP: 08772-990 |
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| Tel: (011) 4795-3060 |
| Faça-nos uma visita |
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| Imagens do nosso showroom: |
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| Como chegar |
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| Produção: |
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| A nossa produção está situada
na Estrada Taboão do Parateí, km 25, no
bairro do Itapeti, município de Mogi das Cruzes. |
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| A nossa estrutura consiste de um laboratório
onde são produzidas as mudas por semeadura e meristema
e um conjunto de várias estufas metálicas
totalizando uma área de 20mil metros quadrados
onde são dividas por espécies. |
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| Laboratório: |
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| Com o intuito de oferecer orquídeas
de qualidade, a nossa equipe de colaboradores trabalha
para obter mudas de excelente qualidade. |
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| Mantemos a semeadura, para obtenção
através de constantes melhorias por meio de hibridação,
assim conseguimos trazer sempre novidades para o mercado. |
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| Meristema é o processo onde
conseguimos estar obtendo plantas de excelente qualidade
produtiva, coloração, escolhidas dentro
de nossas sementeiras. |
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| Estufas: |
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| Cattleya: A verdadeira Orquídea |
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| Quando se fala em Orquídea,
a imagem que vem à mente da maioria das pessoas é a
de uma flor de cerca de quinze centímetros de
diâmetro, arredondada, mas com seis pontas, de
um colorido entre o róseo e o lilás e com
uma das pontas com o colorido mais escuro tendendo para
o avermelhado e em geral dispostas em belos cachos com
duas ou três flores. Trata-se da imagem de uma
Cattleya, ou melhor dizendo, de um híbrido de
Cattleya. Para muitas pessoas, estas são as verdadeiras
Orquídeas. As outras são apenas as outras. |
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| O gênero Cattleya ocorre apenas
no continente americano, mas é a principal imagem
que se tem de uma Orquídea em quase todo o mundo.
Quando falamos em Cattleya, na verdade estamos falando
em Cattleya, Laelia, Brassavola e Sophronitis, e todos
os outros gêneros nos quais estes foram divididos,
e mais todos os híbridos existentes entre estes
e outros gêneros. São, sem nenhuma dúvida,
as Orquídeas que maior fascínio exercem
sobre a maioria dos colecionadores. |
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| As flores podem medir entre menos
de três a mais de vinte centímetros; o colorido
pode ser qualquer um; lilás, róseo, amarelo,
verde, vermelho, branco, semi-albo, laranja, cerúleo,
enfim qualquer cor. As flores podem ser isoladas ou em
cachos com até mais de vinte flores; o porte das
plantas pode ir de alguns centímetros a mais de
um metro de altura. |
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| Embora as Cattleyas, como aliás
todas as Orquídeas, sejam flores que “não
saem da moda”, as preferências por determinados
tipos de flores acabam modificando um pouco ao longo
do tempo. Houve época que a preferência
caia sobre as grandes Brassocattleya ou Brassolaeliocattleya,
de flores com mais de vinte centímetros e labelos
enormes, independente de que cores tivessem. Depois,
as preferidas passaram a ser as flores brancas e semi-albas
ou cores bem escuras, mesmo que as flores fossem um pouco
menores. Quanto ao colorido, a preferência migrou
para as cores diferentes, como as flores amarelas, verdes,
vermelhas, alaranjadas... E atualmente, além destas
cores também são procuradas as flores flameadas,
pintadas, marginadas e outras combinações
diferentes. Quanto ao tamanho embora as flores grandes
ainda possuam uma grande quantidade de fãs, cada
vez mais ganham terreno, as mini-cattleya, com plantas
compactas e flores de cerca de dez centímetros
ou menos que isso. Talvez esta preferência pelas
minis se deva a diminuição dos espaços
nas cidades, quem sabe. |
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| Cultivo: |
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| De um modo geral as Cattleya e demais
gêneros relacionados não apresentam grandes
dificuldades de cultivo. São plantas que bifurcam
com certa facilidade, possibilitando, se for do interesse
do colecionador, a retirada de mudas de uma planta em
média a cada três anos. Nunca divida uma
planta deixando uma das mudas com menos de três
ou quatro pseudobulbos, pois isto pode enfraquecer demais
a muda e até mesmo matá-la. |
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| Não existe época do
ano que seja ideal para o replante das Orquídeas
do grupo das Cattleya. O ideal é replantá-las
quando estiverem brotando, ou melhor, ainda, quando estiverem
emitindo novas raízes. Em algumas plantas isto
ocorre na Primavera; em outras no Verão; em outras
ainda, logo após a floração que
pode ocorrer em qualquer época do ano. Só uma
boa observação, portanto é que irá indicar
a melhor época para se mexer com cada planta. |
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| Este grupo de plantas gosta de locais
bem iluminados e de preferência com um pouco de
sol pela manhã ou no final da tarde. |
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| Adaptam-se a qualquer tipo de vaso,
sejam eles de barro, plástico ou cestos de madeira.
Podem também ser colocada em placas de fibra,
casca de árvores ou mesmo em árvores vivas.
Costumam guardar uma boa reserva de nutrientes em seus
pseudobulbos mais velhos o que permite agüentar
algum tempo sem adubação, mas é lógico
que se desenvolvem e florescem melhor quando adubadas
convenientemente, seja com adubos químicos ou
orgânicos. |
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| O plantio pode ser feito em qualquer
dos tipos de substrato disponíveis no comércio,
lembrando sempre que cada tipo de substrato requer uma
freqüência de rega, e que como maior parte
das Orquídeas as raízes de uma Cattleya
precisam secar entre uma rega e outra. |
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| Por serem plantas de folhas espessas
e rígidas, possuem boa resistência ao ataque
de pragas. Nem por isso podemos descuidar, pois brotos
novos e botões florais são facilmente atacados
por insetos, fungos e bactérias. |
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| Dendrobium tipo nobile –O Olho
de boneca |
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| Uma flor de cerca de seis centímetros,
num colorido lilás claro com o labelo quase branco
com uma mancha escura no centro, que numa primeira vista
lembra um olho. Um olho de boneca. Assim é à flor
de Dendrobium nobile. |
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O gênero Dendrobium é muito
grande e apresenta florações de diversas
maneiras. Algumas espécies apresentam longas hastes
florais eretas e com muitas flores distribuídas
ao longo das mesmas;
Outros apresentam graciosos cachos pendentes; outros
ainda apresentam flores isoladas ou em pares, distribuídas
ao longo de todo o pseudobulbo, que pode ser ereto ou
pendente. É deste ultimo grupo que faz parte o
Dendrobium nobile. |
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| No Brasil, temos uma grande variedade
de híbridos de Dendrobium nobile e outros de seu
grupo, de modo que quando falamos aqui em Dendrobium,
o que nos vem à mente de imediato são os
híbridos de nobile. Para facilitar, passaremos
a nos referir a estas plantas apenas como Dendrobium. |
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| Chega a ser impressionante a variedade
de cores que encontramos hoje em dia nestes Dendrobium.
Existem flores brancas, amarelas, rosa, lilás,
alaranjadas, vermelhas, esverdeadas, roxas, com colorido
forte ou em tons pastel, com ou sem mancha escura do
labelo que lhe conferiu o nome de olho de boneca, enfim,
praticamente todas as cores que possamos imaginar. E
além de tudo, costumam ser perfumado. |
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| A planta é composta de pseudobulbos
eretos que lembram uma haste de cana que pode atingir
setenta centímetros de altura, com folhas saindo
de lados alternados, de onde seriam as divisões
dos gomos de cana. Possuem uma peculiaridade que é a
de na base de cada folha existir uma gema de brotação
que pode gerar flores ou novas mudas da planta, dependendo
de circunstâncias que serão expostas mais
adiante. |
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| Diferente das maiorias das Orquídeas,
grande parte destes Dendrobium não florescem no
pseudobulbo mais novo, mas sim no desenvolvido do ano
anterior, e normalmente estes pseudobulbos perdem todas
as folhas antes de florescer. Existem, entretanto híbridos
mais modernos que vêm sendo selecionados por florirem
no pseudobulbo do ano e mantendo as folhas, o que confere
a estas plantas um visual diferenciado. |
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| Cultivo: |
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| O cultivo destes Dendrobium não é difícil.
São plantas que podem ser plantadas em qualquer
tipo de vaso ou suporte e com qualquer substrato. Precisam
de bastante água durante o desenvolvimento dos
novos pseudobulbos, mas as regas devem ser drasticamente
reduzidas no Outono para induzir uma boa floração.
Quando os botões começarem a se desenvolver,
volte a regar a planta normalmente. |
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| Após a floração
surgem na base do pseudobulbo os novos brotos que irão
florir em um ou dois anos.Nesta época, as plantas
devem ser adubadas com um fertilizante balanceado ou
ligeiramente nitrogenado. Esta adubação
deve ser mantida até meados do verão, quando
deve ser substituída por outra mais rica em Fósforo
para ajudar a floração. |
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| Devemos ter cuidado para não
exagerar em adubações muito nitrogenadas,
pois isto pode fazer com que a planta gere brotos em
lugar de flores nas gemas existentes nas bases das folhas. |
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| Alias, existem ainda outros fatores
que podem induzir uma brotação exagerada
em detrimento da floração. Não reduzir
a oferta de água no outono é um deles.
Atrasar demais a troca do substrato do vaso, de modo
a prejudicar as raízes é outro. Manter
as plantas em ambientes com pouca luminosidade também
pode prejudicar a floração e induzir o
aparecimento de brotos. |
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| Estes Dendrobium têm origem
em climas mais frios , e portanto em anos com Inverno
pouco rigorosos , não costumam florir direito.
Não são portanto plantas indicadas para
serem cultivadas no litoral. |
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| Como já dissemos antes, muitos
destes Dendrobium costumam perder folhas antes da floração.
Quando as folhas estão para cair, é normal
o aparecimento de fungos oportunistas, que de um modo
geral não causam maiores danos às plantas. |
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| Quando novos pseudobuldos estão
se desenvolvendo ou quando os botões florais estão
se formando, a planta se torna mais vulnerável
ao ataque de insetos. Portanto, atenção
redobrada nestes períodos. Devemos ter também
muito cuidados com caracóis e lesmas, que sentem
forte atração pelos brotos, botões
e flores destes Dendrobium. |
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| Dendrobium phalaenopsis – Denphale |
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| Denphal, Denphale, Dendrobium phalaenopsis,qual
o nome correto destas plantas? Na verdade, o que são
exatamente estas plantas? |
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| Não se trata, como muitos acreditam
e chegam a afirmar, de um híbrido entre Dendrobium
e Phalaenopsis, dois gêneros que por sua distancia
jamais poderiam se cruzar. |
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| Existe uma espécie de Dendrobium
que pelo formato de suas flores que lembram bastante
as flores de um Phalaenopsis, recebeu o nome de Dendrobium
phalaenopsis. Este Dendrobium cruzado com outros Dendrobiuns
próximos a ele, produziu híbridos que mantiveram
a semelhança com Phalaenopsis, e passaram a ser
chamado de Denphal ou Denphale. |
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| Curiosamente existem hoje híbridos
chamados de Denphal que não possuem entre seus
ancestrais o Dendrobium phalaenopsis, mas apenas outras
espécies próximas deste, tais como Dendrobium
bigibbum, Dendrobium undulatum, Dendrobium stratiotes,
Dendrobium tokai, entre outros. Coisas de orquidófilos. |
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| Na maior parte do mundo, os Denphal
são conhecidos apenas como Dendrobium. Como no
Brasil os híbridos de Dendrobium do grupo do Dendrobium
nobile são muito difundidos e cultivados, coube
a eles “adotar” o nome do gênero, restando,
portanto ao outro grupo menos difundido entre nós,
o do Dendrobium phalaenopsis receber o nome Denphal,
nome este “inventado” não se sabe
por quem. |
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| Embora a grande predominância
no mercado seja dos Denphal de colorido avermelhado,
que vai do rosa ao vinho, passando por todos os tons
e texturas, chegando em alguns casos a apresentar um
aspecto aveludado e quase negro, podemos encontrar também
plantas com muitas outras cores. |
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| Existem os Denphal conhecidos como
compactos, cujo porte da planta raramente ultrapassa
trinta centímetros e plantas que passam fácil
de um metro e até um metro e meio de altura, sem
contar a haste floral. O tamanho das flores também é variado,
indo de 3 até 10cm, dependendo das plantas que
entrarem em seu cruzamento. São em geral muito
floríferos, e podem exibir simultaneamente cinco
ou mais hastes florais saindo todas de um único
pseudobulbo, apresentando cada uma de duas até mais
de 20 flores. Além disso, é muito comum
que um pseudobulbo que já tenha florido volte
a florir no ano seguinte e mesmo por mais anos. |
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| As flores do Denphal são duráveis,
chegando uma planta a permanecer florida por até três
meses seguidos. |
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| São plantas facilmente adaptáveis
ao nosso clima, de modo que atualmente podemos encontrar
Denphal florido praticamente durante o ano todo. |
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| Hoje é possível montar
uma coleção de Denphal que contenha plantas
de flores verdes, amarelas, brancas, azuladas, marrons,
flameadas, estriadas, concolores ou com labelo contrastando
com as pétalas e sépalas, e muitas outras
variações. |
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| Cultivo: |
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| O cultivo de um modo geral é fácil.
São plantas precoces, que começam a florescer
dois anos após serem retiradas do laboratório,
e que apresentam um crescimento bastante rápido,
entouceirando com facilidade. |
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| São plantas que se adaptam
a qualquer substrato, e por terem um crescimento bastante
rápido requerem uma boa adubação
principalmente quando os novos pseudobulbos estão
se formando, período em que não deve faltar água
para que a planta tenha pleno desenvolvimento. Aceitam
igualmente adubação química e orgânica. |
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| Quando os novos pseudobulbos estiverem
completamente formados, reduza as regras e evite aplicação
de adubos muito nitrogenados, de modo a evitar que “gemas” que
iriam florir venham a gerar novos brotos em lugar de
flores. |
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| Preferem ambientes mais quentes e
de alta luminosidade. |
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| È normal que os pseudobulbos
que já tenham florido uma vez pecam todas as folhas.
Mesmo assim, não devem ser removidos pois podem
voltar a florir, e além disso representam uma
reserva de nutrientes que a planta pode utilizar em períodos
de escassez. |
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| Para a obtenção de novas
mudas podemos replantar brotos que venham a nascer de
gemas existentes no meio dos pseudobulbos. Podemos também
dividir uma planta entouceirada em duas ou mais plantas,
tendo o cuidado de deixar sempre em cada nova planta
pelo menos três pseudobulbos, mesmo que estes não
tenham nenhuma folha. |
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| Devemos ter o cuidado de estaquear
os novos brotos mesmo enquanto ainda estão em
crescimento, principalmente dos Denphal de pseudobulbos
mais longos, pois estes possuem uma tendência de
entortar e pender com muita facilidade. |
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| Além de se darem muito bem
no cultivo em vasos de barro ou de plásticos,
os Denphal podem também ser cultivados em árvores
ou em placas ou palitos de fibras. |
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| Cymbidium: Uma bela
Orquídea para vaso e jardim |
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| Uma Orquídea que pode em um
vaso de cerca de 25 centímetros de diâmetro
apresentar cinco, seis ou até mais hastes florais
com aproximadamente 60cm de altura e até quinze
flores em cada uma delas, deve ser um grande sucesso
entre os orquidófilos, correto? |
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| Errado. |
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| A floração que descrevemos
acima é o que pode ser com certa facilidade em
um vaso de Cymbidium, Orquídea que faz muito sucesso
em floriculturas, mas que é de certo modo desprezada
pelos colecionadores. Tanto que é difícil
encontrar algum orquidófilo no Brasil que saiba
o nome de algum Cymbidium, seja ele espécie ou
híbrido. |
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| Originários da Ásia
e da Austrália, os Cymbidium espécie são
raramente vistos por aqui. Os híbridos, entretanto,
aparecem em grande quantidade, e podemos encontrar uma
grande variedade de cores e tons. Temos Cymbidium amarelo,
vermelho, rosa, verde, branco, laranja etc., em tons
claros e escuros, concolores ou com o labelo constratando,
enfim, cores para satisfazer a todos os gostos. |
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| As hastes são em geral eretas,
com muitas flores e possuem normalmente grande durabilidade. È comum às
flores de Cymbidium durarem mais de um mês, chegando
em alguns casos a quase dois meses. Mesmo quando cortadas
e utilizadas em arranjos, as flores chegam a durar mais
de um mês, sem nenhum cuidado especial. |
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| Sua época de floração é também
um grande atrativo, já que gostam de frio e possuem
o auge da floração entre outono e o Inverno,
período em que diminui bastante a quantidade de
Orquídeas floridas. |
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| Como se não bastassem os atrativo,
já enumerados, os Cymbidium são ainda Orquídeas
que podem ser cultivadas tanto em vasos quanto em jardins. |
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| Será que os Cymbidium não
merecem um pouco mais de nossa atenção? |
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| Cultivo: |
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| Como já dissemos antes, os
Cymbidium podem ser cultivados em vasos ou no jardim.
Por possuírem um sistema radicular bastante desenvolvido,
quando mantidos em vaso devem ser replantados a cada
dois anos, antes que as raízes comecem a definhar
por falta de espaço. |
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| O substrato ideal deve ser leve, bem
arejado e rico em material orgânico. Pode ser composto
por misturas de fibras de coco, casca de pinus tratada,
areia grossa ou pedrisco e adubo orgânico. É comum
ver Cymbidium sendo cultivado apenas em pedra britada
ou então em bolinhas de argila expandida. Nestes
casos, a adubação deve ser bem rica e freqüente. |
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| Para uma boa floração, é necessário
que a planta desenvolva anteriormente pseudobulbos fortes
e saudáveis. Para isso, devemos eliminar parte
dos brotos das plantas, permitindo que cada pseudobulbo
dianteiro desenvolva apenas um ou dois brotos. |
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| A rega deve ser abundante no período
de crescimento da planta, e reduzida durante a floração.
As plantas devem ser cultivadas em locais bem iluminados,
podendo inclusive receber sol direto em boa parte do
dia. Entretanto, as hastes florais dos Cymbidium costumam
sofrer com o calor excessivo ou se estiverem expostas
ao sol forte e direto, sendo, portanto, recomendável
que a planta seja protegida em dias mais quentes no período
da floração. |
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| São plantas que em geral não
sofrem com o frio mesmo mais intenso, mas devem, entretanto
ser protegidas de possíveis geadas. |
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| Por gostarem de frio, em regiões
mais quentes podem apresentar dificuldade de florir.
Caso isto ocorra, podemos tentar induzir a floração
regando as plantas todas às noites por uma semana
seguida no final do Verão ou inicio do outono
com água gelada. Pratica semelhante é utilizada
por produtores que costumam levar as plantas por alguns
dias para regiões de maior altitude e clima mais
frio, obtendo com isso uma melhor floração,
e podendo com isso inclusive adiantar ou atrasar a época
de floração das plantas. |
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| Epidendrum |
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| Por incluir mais de 1100 espécies, é apelidado
por alguns de mega-género. O seu nome deriva do
grego: ep(i) = sobre + dendrum = árvore, fazendo
referência ao seu habitat epifítico. Quando,
em 1763, Carolus Linnaeus deu o nome ao gênero,
incluiu neste todas as orquídeas epífitas
que conhecia. Hoje poucas dessas orquídeas continuam
incluídas neste gênero, o que não
impede que o número total de espécies do
gênero continue a crescer. |
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| Cultivo: |
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| Este grupo de plantas gosta de locais
bem iluminados e de preferência com um pouco de
sol pela manhã ou no final da tarde. |
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| Adaptam-se a qualquer tipo de vaso,
sejam eles de barro, plástico ou cestos de madeira.
Podem também ser colocada em placas de fibra,
casca de árvores ou mesmo em árvores vivas. |
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| O plantio pode ser feito em qualquer
dos tipos de substrato disponíveis no comércio,
lembrando sempre que cada tipo de substrato requer uma
freqüência de rega, e que como maior parte
das Orquídeas as raízes de um Epidendrum
precisam secar entre uma rega e outra. |
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| São plantas que se adaptam
a qualquer substrato, e por terem um crescimento bastante
rápido requerem uma boa adubação
principalmente quando os novos pseudobulbos estão
se formando, período em que não deve faltar água
para que a planta tenha pleno desenvolvimento. Aceitam
igualmente adubação química e orgânica. |
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| Vandas e ascocendas híbrido |
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| Muitos apreciadores de orquídeas
iniciantes perguntam qual a principal diferença
entre uma Vanda e uma Ascocenda. Vanda é o nome
de um gênero de orquídeas composto por aproximadamente
77 espécies. Ascocenda é um “gênero
híbrido” proveniente do cruzamento de planta
do gênero Vanda com outra do gênero Ascocentrum,
gênero este composto por cerca de 13 espécies
naturais. Não existe nenhuma Ascocenda espécie.
Segundo recentes trabalhos de taxonomia, o gênero
Vanda foi divido em 7 gêneros, mas para simplificar,
continuaremos a nos referir aqui a todas as plantas como
Vanda. |
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| A Vanda, tanto as nativas quanto os
híbridos, sempre exerceram grande fascínio
sobre a maioria dos colecionadores. Ostentando quase
sempre vistosos cachos de grandes flores coloridas e
muito duráveis enchem os olhos de qualquer pessoa
que goste de Orquídeas. Uma planta de Vanda ou
Ascocenda bem cultivada pode florir duas, três,
ou mesmo mais vezes em um só ano, sendo que suas
flores podem permanecer abertas por até sessenta
dias a cada floração. |
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| A maioria dos híbridos que
apresentam flores grandes, redondas e coloridas é obtido
com a utilização como matriz da Vanda sanderiana,
ou de algum descendente seu. Das 77 espécies de
Vanda existentes, praticamente todos os híbridos
existentes em nosso mercado não utilizam mais
do que 8 espécies. Do gênero Ascocentrum
também não são utilizadas mais do
que três das treze espécies existentes. |
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| Até poucos anos atrás
era bem difícil se conseguir no Brasil mudas de
Vanda. Com a facilidade de importação criada
na última década, grande quantidades de
mudas foram importadas e hoje já estão
sendo colocadas à venda floridas em nosso mercado. |
| |
| Por se tratarem de crescimento monopodial,
e em geral bastante lento, a obtenção de
mudas por crescimento vegetativo não é tão
simples quanto as plantas de crescimento simpodial, ficando
na dependência de que alguma gema dormente existente
no caule principal da planta desperte e gere um novo
broto, que só poderá ser separado da planta
mãe após cerca de seis a oito anos. A reprodução
por semente ou meristema também é bastante
lenta, sendo que uma planta produzida em laboratório
costuma levar para florir pela primeira vez um período
de tempo que chega a ser superior a dez anos. |
| |
A necessidade de se reduzir este tempo
levou os hibridistas a cruzarem Vanda com Ascocentrum,
de florescimento precoce, mas que possui o inconveniente
de ter flores muito pequenas. Nasceu assim um híbrido
intergenérico que recebeu o nome de Ascocenda.
Uma Ascocenda de primeira geração chega
a florescer em cerca de cinco anos, mas suas flores em
geral não ultrapassam cerca de 3cm de diâmetro.
Quando se cruza uma Ascocenda de primeira geração
com uma Vanda, o novo híbrido mantém a
precocidade da floração, e as flores já ultrapassam
os 5cm de diâmetro. Em três ou quatro gerações,
as Ascocendas já apresentam flores tão
grandes que nada ficam devendo aos híbridos de
Vanda puros, e são facilmente confundidas com
estes. |
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| Cultivo: |
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| Procuraremos passar algumas orientações
básicas que, se seguidas com cuidado, permitem
que qualquer pessoa possa obter sucesso no cultivo da
maioria das Vandas ou Ascocenda híbridas. Visto
que as espécies são bem mais delicadas,
e conforme sua origem possuem exigências espécíficas
de cultivo. Estas orientações são
ainda dirigidas ao cultivo de plantas adultas, que já estão
em fase de floração ou próximas
desta. |
| |
| Vandas e Ascocenda podem ser cultivadas
da mesma forma. São plantas que requerem alta
luminosidade e gostam de calor. Deve-se entretanto evitar
colocação das plantas em local que recebam
sol direto por muito tempo seguido pois isto pode queimar
as folhas. |
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| Precisam também de bastante
umidade, principalmente no ar ao seu redor, mas não
gostam de ficar com suas raízes molhadas por muito
tempo, motivo pelo qual preferimos cultivar Vanda sem
nenhum substrato. Na verdade, suas raízes preferem
ficar totalmente soltas no ar. Por este motivo, são
geralmente cultivadas em pequenos vasos de plásticos
ou de barro sem nenhum tipo de substrato ou com pequena
quantidade de substrato que não retenha muita
unidade. Desenvolvem muito bem quando plantadas em cachepôs
de madeira. Podem ainda ser amarradas em árvores
sem nenhum problema, desde que em regiões não
sujeitas a invernos rigorosos. Quando plantadas com pouco
ou mesmo sem nenhum substrato, podem ser regadas diariamente
ou mesmo mais de uma vez por dia, visto que com raízes
totalmente expostas não existe o risco de se “encharcar” demais
a planta. |
| |
| Por serem plantas que devido ao seu
tipo de crescimento não dispõem de muito
espaço para reserva de nutrientes, necessitam
de adubação freqüente, sendo mais
recomendável a aplicação de fertilizantes
de uso foliar por meio de pulverização.
Em plantas adultas podemos altenar aplicações
de fertilizantes de fórmula balanceada com outros
de fórmulas indicadas para floração.
O intervalo entre as aplicações pode ser
semanal ou no máximo quinzenal. Como na maioria
das orquídeas de crescimento monopodial, as Vanda
não apresentam períodos de dormência
e, portanto podem e devem ser adubadas durante todo o
ano, mesmo quando estão floridas. Aplique o fertilizante
em pequena quantidade em toda a superfície das
folhas e também nas raízes. No caso da
planta estar florida, evite o contato do fertilizante
com as flores, botões e haste floral. |
| |
| Quando uma Vanda ou Ascocenda começa
a perder as folhas na base da planta, é um forte
indício de desidratação, o que pode
levar a planta à morte em pouco tempo. Se a planta
estiver sendo cultivada sem substrato sem substrato,
aumente a freqüência das regas ou transfira
a planta para um ambiente mais úmido. Se, entretanto
a planta estiver sendo cultivada com substrato, verifique
primeiro se as raízes no interior do vaso estão
em boas condições. Muitas vezes uma Vanda
desidrata, pois suas raízes apodreceram por excesso
de água. Se for este caso, retire todo o substrato
da planta, mantenha a mesma em um ambiente úmido
e procure induzir a formação de novas raízes
com a utilização de indutores de enraizamento
disponíveis no comercio. |
| |
| Plantas dos gêneros Ascocentrum,
Aerides, Arachnis, Neofinetia,Renanthera, Rhynchostylis,
entre outros possuem crescimento e comportamento bastante
semelhantes aos da Vanda, e portanto podem ser cultivados
da mesma forma que estas. |
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| Oncidium: As conhecidas “Chuva
de ouro” |
| |
| O gênero Oncidium é exclusivo
do Continente Americano, onde pode ser encontrado em
toda parte, da Argentina ao México, do litoral
brasileiro à Cordilheira dos Andes, em ambientes
quentes e frios, secos e úmidos, sobre árvores,
sobre pedras, diretamente no solo, em campos abertos
e no interior das matas. Enfim, em praticamente todos
os ambientes onde podem ocorrer Orquídeas no nosso
continente, existe Oncidium. |
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| A floração da maior
parte dos Oncidium é em geral na forma de belas
e longas hastes, quase sempre muito bifurcadas, com dezenas
de flores que na média variam de um a sete centímetros,
e geralmente com o colorido predominante de amarelo e/ou
marrom, embora exista Oncidium branco, rosa, avermelhado,
e outras cores. |
| |
| É, entretanto devido aos longos
cachos de flores amarelos encontrados no Oncidium flexuosum
e no Oncidium varicosum, características estas
que normalmente se transmitem para seus híbridos,
que os Oncidium são em geral chamados de “Chuva
de Ouro”. Suas inflorescências costumam ter
boa durabilidade, permanecendo floridos em geral por
cerca de um mês. |
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| Existe uma série de gêneros
próximos dos Oncidium que cruzam normalmente com
estes, produzindo belos híbridos. É o caso
dos gêneros Odonglossum, Miltônia, Miltonopsis,
Cadetia, Brassia, Cochioda, entre muitos outros. |
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| Por sua beleza, durabilidade, e em
alguns casos por seu perfume bastante agradável, é que
as plantas do gênero Oncidium e outros gêneros
relacionados têm conquistado cada vez mais admirados
e vêm sendo utilizadas cada vez mais inclusive
como flores de corte, compondo arranjos justamente com
outras Orquídeas ou mesmo com outras flores. |
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| Cultivo: |
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| É impossível estabelecer
regras de cultivo que sirvam para todo Oncidium, mas
de um modo geral podemos dizer que eles preferem viver
em locais com muita luminosidade, e que grande parte
deles aceita bem algumas horas de sol por dia. |
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| Podemos também dizer que preferem
ficar com suas raízes mais secas a receber água
em excesso, embora quase todos eles aceitam um bom índice
de umidade do ar, principalmente à noite. |
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| Os Oncidium em geral e mesmo seus
híbridos intergenéricos preferem ambientes
bem ventilados, e quando mantidos em locais de pouca
ventilação ou com as plantas muito aglomeradas
ficam muito sujeitos ao ataque de fungos e bactérias. |
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| Os híbridos mais comuns no
mercado tais como Oncidium Sharry Baby, Oncidium Aloha
Iwanaga e Oncidium Twinkle, além dos intergenéricos
tipo Colmanara Wildcat e outros, são em geral
de fácil cultivo se dando muito bem em vasos,
placas ou mesmo quando cultivados diretamente sobre árvores. |
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| Devemos, entretanto ter um certo cuidado
com os híbridos onde a presença de alguns
Odontoglossum é muito marcante, como é o
caso dos Odontocidium, visto que estas plantas costumam
não se dar muito bem em climas mais quentes, e
particularmente em locais de baixa altitude, como por
exemplo, em cidades do nosso litoral. |
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De um modo geral, os Oncidium respondem
muito bem a uma boa adubação, aceitando
tanto os adubos químicos como os orgânicos.
Quando plantados em placas ou em árvores, podemos
utilizar a adubação orgânica na forma
de saches. |
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| São plantas fáceis de
serem replantadas e podem facilmente ser dividida para
a obtenção de novas mudas, mas certamente
o efeito visual de uma planta adulta e com várias
frentes, apresentando diversas hastes florais simultâneas, é infinitamente
melhor que o de uma pequena planta com apenas uma haste
floral. Pense nisto antes de querer dividir suas plantas. |
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| Phalaenopsis: As Orquídeas
Borboleta. |
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| O nome Phalaenopsis, de origem grega,
vem da fusão de duas palavras e significa “que
se parece com uma borboleta”. |
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| Plantas de origem asiática,
os Phalaenopsis costumam apresentar flores muito vistosas
e de grande durabilidade, que caíram em pouco
tempo no gosto da população brasileira.
Além disso, um grande aprimoramento das técnicas
de cultivo profissional deste gênero de orquídeas
ocorrido nas ultimas duas décadas tornaram o preço
dos Phalaenopsis bastante acessível para a grande
maioria da população e certamente esta
foi à primeira Orquídea de muitos aficionados
e colecionadores de hoje, mesmo quando estes novos apaixonados
ainda não sabiam que esta bela flor era uma Orquídea. |
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| Até poucos anos arás,
a grande maioria dos Phalaenopsis existentes no comércio
eram brancos, acompanhados de alguns exemplares semi-albos
e outros poucos cor de rosa. Hoje em dia, para a alegria
dos apreciadores deste gênero, a variedade de plantas
oferecidas aumentou bastante. Podemos encontrar hoje
com certa facilidade além dos coloridos tradicionais
diversos tons de Phalaenopsis amarelos, vermelhos, rosa,
salmão, marrom e outras cores. Encontramos ainda
uma grande variedade de padrões tais como listados,
pintalgados, marginados, flameados, pontilhados, etc. |
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| Os Phalaenopsis mais antigos apresentavam
todas hastes florais únicas, longas e arqueadas,
com as flores dispostas simetricamente ao longo da mesma.
Este é o tipo de Phalaenopsis é conhecido
atualmente como tipo Japonês ou Oriental. Além
destes, encontramos atualmente os Phalaenopsis do tipo
Holandês ou “Perfilhados”, que apresentam
a haste floral ramificada e com flores em maior quantidade
dispostas, entretanto sem a mesma simetria dos do tipo
oriental. |
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| Encontramos também os chamados
Mini Phalaenopsis com flores de cerca de cinco centímetros
ou menos, mas com cacheadas que chegam a ostentar algumas
dezenas de flores. |
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| Em nosso clima, os Phalaenopsis florescem
praticamente o ano todo, tendo, entretanto uma redução
da quantidade de flores e de plantas floridas nos meses
mais frios. As flores de Phalaenopsis são muito
resistentes, chegando a durar quase três meses. |
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| Cultivo: |
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| Os Phalaenopsis são as Orquídeas
mais fáceis de serem cultivadas dentro de casa
ou mesmo em apartamentos. Por seu tipo de crescimento,
entretanto, não é muito fácil retirar
uma muda de um Phalaenopsis. É preciso esperar
que a planta solte um broto lateral e que este desenvolva
raízes próprias para só então
separar esta nova plantinha de sua “mãe”. |
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| Se dão muito bem em vasos de
plástico com qualquer tipo de substrato, tais
como xaxim, fibra de coco, musgo, casca de pinus e outros,
desde que guardados os devidos cuidados que se deve ter
quanto à rega e periodicidade de troca de cada
substrato. Nunca deixe o vaso dentro de um prato com água,
pois isto pode provocar o apodrecimento das raízes
e matar a planta. |
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| As plantas devem ser mantidas em local
bem iluminado, mas não precisam tomar sol direto.
Se estiverem em ambiente interno, é melhor que
seja mantida próxima de uma janela. Evite ambiente
com ar condicionado, pois as plantas podem desidratar
e morrer nestes ambientes. |
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| Respondem melhor à adubação
química tanto foliar quanto radicular, mas aceitam
também adubos orgânicos. São plantas
de crescimento rápido e contínuo, e, portanto
devem ser adubadas durante todo o ano. |
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| Embora aceitem quase todos os tipos
de clima, os Phalaenopsis preferem climas mais quentes,
onde se desenvolve melhor e com maior rapidez. Procure
não molhar as folhas e principalmente não
deixar água acumulada na base das folhas em dias
mais frios, pois isto pode facilitar o desenvolvimento
de fungos e bactérias que podem matar a planta
em poucos dias. |
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| Por possuírem folhas bastante
tenras e suculentas, estas plantas são um dos
pratos preferidos de lesmas e caracóis, que em
uma única noite podem destruir uma planta inteira.
Deve-se ter também cuidado ao manusear as plantas,
pois por suas características, suas folhas se
quebram com facilidade. |